quarta-feira, 6 de agosto de 2014


Uma grande realidade Brasileira.


quinta-feira, 17 de julho de 2014

   
                                                                             

                                  

        O consumo acelerado dos recursos naturais e a deposição de resíduos e materiais descartados pela população denominados lixo são fatores importantes na crescente degradação ambiental; todas as consequências provenientes dessa prática, tais como poluição visual, proliferação de vetores de doenças, esgotamento de recursos primários, redução da biodiversidade, têm importância no contexto. Esses problemas são heranças do comportamento das gerações humanas passadas e vêm se agravando ao longo dos tempos. A dinâmica dos resíduos é hoje um assunto com grande destaque para o mundo, pois a exploração dos recursos naturais, a degradação do meio ambiente e a ocupação espacial pelo resíduo trazem problemas que afetam diretamente o meio social em que vivemos e ocasionam sérios desequilíbrios naturais. O homem sempre foi o motivo principal da produção e do consumo de bens e de serviços, sempre buscando satisfazer suas necessidades econômicas desde a revolução Industrial, ocorrida no século XIX, e a inserção dos novos hábitos, decorrentes da produção industrializada de bens foram os principais condicionantes do aumento de consumo e da cultura do descarte, desencadeando, assim, um processo de degradação ambiental no planeta causado pela produção exacerbada de resíduos sólidos.        Produtos com embalagens de descarte rápido, muitas vezes imediato, ou seja, logo após a aquisição do produto, é uma realidade. As embalagens de produtos de uso corriqueiro têm alto potencial de reciclagem. O fator preocupante é que tais embalagens descartadas, denominadas aqui de Resíduos de Geração Imediata, não passam por nenhum processo de reciclagem e são incorporadas aos Resíduos Sólidos Domiciliares, que é um grande erro por parte da população. Boa parte delas é destinada aos aterros sanitários, mas parte significativa é incorporada irregularmente aos resíduos da construção civil ou fica vagando pelas vias públicas causando transtornos de diversas ordens quando não são descartadas próximas a mananciais ou reservas de água. 
O processo recomendado para a disposição adequada do lixo domiciliar é o aterro, existindo dois tipos: os aterros sanitários e os aterros controlados. A diferença básica entre um aterro sanitário e um aterro controlado é que este último prescinde da coleta e tratamento do chorume, assim como da drenagem e queima do biogás. O grande gargalo para a implantação dos aterros sanitários são os gastos com elaboração do projeto as licenças até a conclusão da obra que exige investimentos por parte dos municípios, e muitos preferentes depositarem seus resíduos em aterros improvisados mesmo que sejam prejudiciais ao meio ambiente.   




      A disposição inadequada de resíduos sólidos no solo é um problema que é constatado na grande maioria dos municípios brasileiros, registrando-se milhares de locais inventariados, onde é necessária a remediação e a recuperação ambiental de áreas degradadas, bem como ações enérgicas no sentido de recuperar socialmente pessoas, que vivem de forma miserável da "catação de lixo". No Brasil, a forma mais barata e adequada para o destino final dos Resíduos Sólidos Domiciliares, RSD, é a disposição em forma de aterro sanitário. Efetivamente, as pequenas comunidades cujo número de habitantes é menor que 20.000 (73% dos municípios brasileiros) carecem de informações técnicas sobre os métodos de disposição final adequado a sua realidade, no que diz respeito aos aspectos de projeto, execução, operação e monitoramento ambiental. A disposição final dos resíduos coletados em pequenas comunidades é, em geral, realizada em valas / trincheiras, utilizando-se de técnicas basicamente de terraplenagem, e após a disposição, os resíduos são cobertos com solo todo dia. Essa forma de disposição é mais adequada que a feita nos “lixões” a céu aberto. Com o planejamento adequado a cada situação local o Aterro Sanitário no Brasil é a forma mais barata e adequada para o destino final dos resíduos sólidos. O Aterro Sanitário é o elo de uma corrente, que deve unir ações de minimização, reutilização e reciclagem de resíduos, no âmbito de programas públicos de educação ambiental, limpeza urbana e saneamento básico, e meio ambiente. O Aterro Sanitário é o elemento essencial da corrente, pois a disposição final dos restos, de todas atividades humanas é inexorável, sempre existe e, o simples lançamento dos restos dos resíduos no meio ambiente compromete a qualidade ambiental dos ecossistemas. Deve ser considerado ainda que, a abrangência das ações ambientalmente corretas nem sempre é a desejada e o resultado final sempre chega ao descarte no solo. Os aterros sanitários são obras projetadas com segurança ambiental para receber os resíduos, sendo considerados obras de engenharia, com preceitos técnicos desenvolvidos, para minimizar os impactos ambientais. A sua operação diária dentro de especificações técnicas definidas garante a segurança sanitária e ambiental necessária.

http://etg.ufmg.br/~gustavo/geotecniaaplicada/p4.pdf

segunda-feira, 5 de maio de 2014



Governo federal repassa R$ 408 milhões para alimentação e transporte escolar.





O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) repassou R$ 408,9 milhões a estados e municípios, na última quarta-feira, 30 de abril, referentes ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e ao Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate). Os recursos estarão disponíveis nas contas dos beneficiários na próxima segunda-feira, dia 5.
Para a alimentação escolar de alunos da educação básica, foram transferidos R$ 347,7 milhões. Já para o transporte de estudantes residentes em áreas rurais, o repasse foi de R$ 61,1 milhões. O valor transferido para cada ente federativo está disponível no portal eletrônico do FNDE (www.fnde.gov.br), no Sistema de Consulta à Liberação de Recursos.
Este ano, o orçamento do Pnae é de R$ 3,6 bilhões, para beneficiar 42 milhões de alunos da educação básica (educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos). O dinheiro é transferido em 10 parcelas mensais, para atender 200 dias letivos no ano, e deve ser utilizado na aquisição de gêneros alimentícios para a merenda escolar, sendo 30% empregados na compra direta de produtos da agricultura familiar.
Já os repasses financeiros do transporte escolar são feitos em nove parcelas a estados e municípios com estudantes da educação básica residentes na zona rural. A transferência é automática, sem necessidade de convênio, e o recurso deve ser utilizado no custeio de despesas diversas, como consertos mecânicos, compra de combustível ou terceirização do serviço de transporte escolar. O orçamento do programa para este ano é de R$ 594 milhões.
Sexta, 02 Maio 2014 17:20
http://www.fnde.gov.br/financiamento/fundeb/fundeb-apresentacao



FUNDEB-FNDE

         O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – Fundeb foi criado pela Emenda Constitucional nº 53/2006 e regulamentado pela Lei nº 11.494/2007 e pelo Decreto nº 6.253/2007, em substituição ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério - Fundef, que vigorou de 1998 a 2006.
É um fundo especial, de natureza contábil e de âmbito estadual (um fundo por estado e Distrito Federal, num total de vinte e sete fundos), formado, na quase totalidade, por recursos provenientes dos impostos e transferências dos estados, Distrito Federal e municípios, vinculados à educação por força do disposto no art. 212 da Constituição Federal. Além desses recursos, ainda compõe o Fundeb, a título de complementação, uma parcela de recursos federais, sempre que, no âmbito de cada Estado, seu valor por aluno não alcançar o mínimo definido nacionalmente. Independentemente da origem, todo o recurso gerado é redistribuído para aplicação exclusiva na educação básica.
Com vigência estabelecida para o período 2007-2020, sua implantação começou em 1º de janeiro de 2007, sendo plenamente concluída em 2009, quando o total de alunos matriculados na rede pública foi considerado na distribuição dos recursos e o percentual de contribuição dos estados, Distrito Federal e municípios para a formação do Fundo atingiu o patamar de 20%.
O aporte de recursos do governo federal ao Fundeb, de R$ 2 bilhões em 2007, aumentou para R$ 3,2 bilhões em 2008, R$ 5,1 bilhões em 2009 e, a partir de 2010, passou a ser no valor correspondente a 10% da contribuição total dos estados e municípios de todo o país.
http://www.fnde.gov.br/financiamento/fundeb/fundeb-apresentacao

O objetivo desta postagem era esclarecer o questionamento levantado em a respeito da vigência do FUNDEB. Que é de 14 naos, sendo o mesmo criado pela Emenda Constitucional nº 53/2006 e regulamentado pela Lei nº 11.494/2007 e pelo Decreto nº 6.253/2007, em substituição ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério - Fundef, que vigorou de 1998 a 2006. E a parte do dia 1º de janeiro de 2007, entrou em vigor, para um período de 2007-2020.

domingo, 4 de maio de 2014


4 Pilares da Educação










        A partir dos quatro pilares de uma educação para o século XXI, indicados por Jaques Delors no seu famoso relatório, Rubem Alves faz uma abordagem livre e crítica, característica marcante do seu pensamento. Ele discute profundamente o papel da escola e a impossibilidade de analisá-la à parte do mundo e da sociedade. Muitas coisas tidas como óbvias somente são percebidas em sua profundidade depois que alguém como Rubem Alves as analisa. Navegando pelos campos da história, religião, filosofia, através de histórias, poesias, analogias, Rubem Alves aponta caminhos, polemiza, concilia e cobra posturas práticas.  




Oswaldo Conti-Bosso











https://www.youtube.com/watch?v=3_WuJdw-MEo

quarta-feira, 30 de abril de 2014



Pro Dia Nascer Feliz




                   Trata-se de um documentário de João Jardim produzido entre 2004 e 2005, é um trabalho que trabalha com bastante profundidade as temáticas relacionadas à vida dos adolescentes das escolas brasileiras, no trabalho o autor vai fazendo descrição dessa realidade focada em jovens de quatro escolas de regiões diferentes, sendo uma em Pernambuco, São Paulo, Duque de Caxias e outra no Rio de Janeiro, sendo que todas as escolas relatadas no documentário pertencem à rede municipal de ensino. No decorrer do filme João apresenta uma escola partícula do Rio de Janeiro e aparece também uma instituição aparentemente responsável por tratar adolescentes viciados em drogas. A obra inicia mostrando informações referentes à educação da década de 60, e uma voz vai narrando as dificuldades enfrentadas pela educação na época, dificuldades essas que em pleno século XXI ainda são as mesma que atrapalham o processo educacional. Para produzir seu trabalho João sai pelo sertão de Pernambuco buscando informações junto aos professores e alunos a respeito da realidade educacional do local que, diga-se de passagem, que como sempre não são as melhores, pois sabemos que a educação brasileira foi continua sendo e sempre será caótica. Não é atoa que em pleno 2014 ainda existam alunos estudando em escolas com estruturas precárias. Isso quando tem estrutura porque muitas vezes nem escola tem e muitos dos alunos necessitam improvisarem sob arvores o ambiente escola, ou em residências desativadas em estados precários. Como podemos acompanhar em reportagens recém passadas na rede globo de televisão e na rede Record de televisão que abordaram as duas faces da educação brasileira, onde podemos perceber que a educação no Brasil ainda esta longe de ser ou ter alguma qualidade. Regiões brasileiras em que nem escola os alunos disponibilizam para estudar outras onde o ensino não é considerado de qualidade e entre outros graves problemas enfrentados pela educação no Brasil. Procurando mostrar essa realidade da educação João partiu em buscar de fatos a respeito da educação brasileira, nesse trabalho ele acompanha o dia a dia das escolas filmando entrevistando os alunos e professores tem contato com adolescentes que convivem de perto com as drogas, criminalidade, violência, a falta de estrutura de higiene desses ambientes, ou seja, lugares abandonados pela politica educacional, levando a essa juventude a uma total apatia pela educação por não visualizar um futuro promissor. Durante a gravação do documentário ele se depara com profissionais cansados sem estímulos para trabalhar, por serem hostilizados em sala de aula muitas vezes por alunos que não enxergam na educação a saída para os problemas sociais que enfrentam. Em Pernambuco João pode verificar uma situação em que os alunos têm que se deslocar em transporte que não oferece acentos para todos os estudantes, além de não serem confortáveis. Descaso não para por ai quando chegam à escola não disponibilizam de água potável, banheiro higienizado a estrutura das escolas assemelham-se a casas abandonadas em situações de deterioração. Mas ao meio de tanto descaso com a educação João ainda encontra excelentes estudantes que mesmo diante tamanha dificuldade ainda conseguem se sobressair, mas infelizmente os professore por motivo da situação estrutural das escolas perderam o encantamento com a educação e não valorizam o potencial de seus educando. E como consequência desses desestimulo por parte dos educadores passa a existir a aprovação automática, que é um grande mal da educação, pois tira a oportunidade do educando de vencer por mérito. No desenrolar do filme João apresenta a realidade de uma escola do Rio de Janeiro e de São Paulo, onde a realidade é bem diferente pelo menos em relação à questão de estruturas, mas que em alguns aspectos ainda deixa a desejar. Questões sociais como tráfico de drogas, violências, medo e professores sem estímulos para ensinar se sentido coagido pelo social em que estão inseridos são problemas enfrentados por professores e alunos das escolas de São Paulo e Rio de Janeiro. O mais engraçado é que desde o inicio do documentário e inicio do processo educacional no Brasil as dificuldades os problemas são os mesmos, e nada é feito para resolver essas questões, muito se fala em investimento na educação programas e projetos são criados visando melhorar a educação, pelo menos é o que o governo faz questão de mostrar na mídia. Só que apenas não passa realmente de propagando, pois esses recursos verdadeiramente não são bem gerenciados ou se quer chega onde realmente necessitar chegar. Enfim, o filme mostra a realidade da educação brasileira e que nos apresenta a cara do nosso país, que não investem nos seus herdeiros, até porque todos sabem que o futuro de um país são os seus jovens, a partir daí o autor nos mostra onde tá errado e no que podemos melhora para que o nosso país esteja em boas mãos no futuro. Com base nessa realidade fica mais forte ainda a ideia de que os detém o poder não tem interesse de investir na educação, pois ela tem o poder de liberta às pessoas contribuindo para que as mesmas saiam da situação de dominação por parte de quem tem o poder de controlar as diretrizes do país.